quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/

domingo, 28 de agosto de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Por quê aumenta o envolvimento de psicólogos, pedagogos, professores universitários, médicos, advogados, juristas, promotores, membros das entidades de "direitos humanos", esquerdistas e socialistas na defesa intelectual, teórica e "científica" da PEDOFILIA?

Por quê aumenta o envolvimento de psicólogos, pedagogos, professores universitários, médicos, advogados, juristas, promotores, membros das entidades de "direitos humanos", esquerdistas e socialistas na defesa intelectual, teórica e "científica" da PEDOFILIA?

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domingo, 21 de agosto de 2011

Escritos políticos de Dooyeweerd em revisão

Escritos políticos de Dooyeweerd em revisão
por Lucas G. Freire

A edição, inédita em português, de dois ensaios de Herman Dooyeweerd sobre teoria do Estado está em processo de preparação e revisão. Dooyeweerd, antes de filósofo, contribuiu (e muito) para o desenvolvimento da Ciência do Direito, a ponto de o famoso Hans Kelsen ter mudado de opinião no final de sua vida por conta da contribuição de Dooyeweerd.

O livro, além de indicar o contorno de uma teoria política séria e profunda fundamentada no motivo-base cristão, também contribuirá para o maior conhecimento da abordagem neocalvinista no contexto lusófono. Por conta de erros grotescos de tradução, o chamado “novo calvinismo” (new calvinism), que de calvinismo pouco ou nada tem, foi associado ao nome de Kuyper, Bavinck, Schilder, Dooyeweerd, Groen van Prinsterer e outros. Assim, o vetusto neocalvinismo, força motriz do grandioso desenvolvimento político e cultural holandês a partir da segunda metade do século XIX, tem sido injustamente criticado por conta de uma associação mnemônica superficial com o dito “novo calvinismo”.

Também contribui para a confusão geral o fato de teólogos ligados à tradição introspectiva (e, em alguns casos, hipercalvinista e hiperpactualista) holandesa terem, desde a era Kuyper, criticado a defesa neocalvinsta do cristianismo como uma cosmovisão que tudo abrange. Ocorre que tais textos foram traduzidos sem que antes se ouvisse a voz kuyperiana. Pior: traduzidos sem maiores explicações sobre o fato de serem derivados de uma agenda politico-eclesiástica específica, ligada aos debates eclesiológicos holandeses. Por conta de tradução e divulgação descontextualizada dessas críticas, o povo lusófono carece de uma clareza sobre o que significa entender o cristianismo como cosmovisão.
O melhor a fazer é ler os textos (tando de um lado como de outro) nos seus respectivos contextos. Enquanto isso, simplesmente afirmo que, se cremos que o cristianismo tem algo a dizer sobre a política, devemos ler com avidez o que outros cristãos reformados, confessionais e intelectualmente privilegiados disseram no passado, em vez de tentar reinventar a roda através, ironicamente, do plágio escolástico que prevalece nos nossos meios.

Fonte: http://neocalvinismo.wordpress.com/2011/03/26/escritos-politicos-de-dooyeweerd-em-revisao/


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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!


O Mackenzie vem oferecendo há vários anos congressos internacionais de grande porte onde são tratados temas relevantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Nestes congressos procura-se abordar os assuntos do ponto de vista da confessionalidade cristã reformada do Mackenzie em diálogo com outros olhares e entendimentos.

Este Congresso sobre Psicologia e Cristianismo segue esta linha de abordagem. Os principais palestrantes, Dr. David Powlison e Dr. Eric Johnson, são doutores formados em universidades seculares na área de psicologia, e tratarão do tema do ponto de vista cristão. Outros palestrantes, igualmente preparados, lançarão um olhar secular e crítico sobre esta relação entre fé e psicologia.

É um momento inédito, em que uma Universidade de grande porte e renome encara o assunto Psicologia e Cristianismo pelo viés cristão sem perder o diálogo com outras abordagens do tema.

As inscrições já estão abertas. CLIQUE AQUI para se inscrever e para mais informações.

As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e ficarão disponíveis para download gratuito após o evento.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/07/abriram-as-inscricoes-para-o-congresso.html
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Apoio:

FRENTE BÍBLICA E POLÍTICA DE UNIDADE de Cristãos, Reformados, Calvinistas, Puritanos, Evangélicos, Teonomistas e Pentecostais para Orientação e Organização Política e Estabelecimento da Moral nas Eleições de 2012 e 2014 no Estado de São Paulo.
http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/2011/07/frente-biblica-e-politica-de-unidade.html

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Batalha Moral: Os desafios da igreja diante do movimento gay

Batalha Moral: Os desafios da igreja diante do movimento gay



Revista Apologética Cristã traz artigo de Julio Severo



Revista Apologética Cristã traz artigo de Julio Severo

A revista Apologética Cristã deste mês é uma edição especial sobre homossexualismo. Há vários artigos de diferentes especialistas. Um dos artigos é de minha autoria e trata do imperialismo homossexual.
Para fazer a assinatura, siga este link: www.revistaapologetica.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Se você for um cristão morno, será atropelado pela intolerância dos gays comandados pelo PT conforme o vídeo. Cadê a OAB, Ministério Público, STF? Esquecem, eles são relativistas e estão presos a hermenêutica imoralizante!

Se você for um cristão morno, será atropelado pela intolerância dos gays comandados pelo PT conforme o vídeo. Cadê a OAB, Ministério Público, STF? Esquecem, eles são relativistas e estão presos a hermenêutica imoralizante!




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terça-feira, 5 de julho de 2011

Ação social cristã -- a humildade amorosa*

Ação social cristã -- a humildade amorosa*

Paul Freston
Na edição anterior abordei a necessidade de “realismo teológico” e de “realismo sociológico” no exercício da ação social evangélica. Agora veremos o terceiro elemento: a “humildade amorosa”.

Há anos leio os comentários dos autores patrísticos (os Pais da Igreja dos primeiros séculos da era cristã) sobre os evangelhos. Leio também os romances de um dos maiores escritores russos de todos os tempos, cuja visão de mundo é essencialmente cristã: Fiodor Dostoievski. Usarei frases de autores patrísticos e trechos de Dostoievski para uma melhor compreensão do texto dos evangelhos conhecido como “O Rico e Lázaro” (Lc 16.19-26).

Gregório, o Grande, observa que “o Senhor menciona o nome do pobre, mas não o do rico; pois Deus conhece e aprova o humilde, mas não o orgulhoso”. Gregório associa “pobre” a “humilde” e “rico” a “orgulhoso”. Ambrósio, bispo de Milão, fala da “insolência e orgulho dos ricos, tão indiferentes à condição da humanidade, como se eles pairassem acima da natureza”. Ele ironiza o comportamento dos ricos que agem como se não fizessem parte da raça humana. Agostinho acrescenta que “a cobiça dos ricos é insaciável”. Há uma semelhança com a Teologia da Libertação.

Crisóstomo, arcebispo de Constantinopla, exilado por não desistir de criticar a corte do imperador bizantino, comenta que “o rico morreu, como diz o texto, mas sua alma já havia morrido. Assim como deitar fora do portão do rico aumentou a aflição do pobre, o desespero do rico no inferno é maior porque ele vê a felicidade de Lázaro”. Há um paralelismo: em vida, Lázaro sofria ainda mais, pois via todos os dias o contraste entre sua situação e a do rico. Agora, porém, está tudo invertido. Os tormentos do rico são maiores porque ele consegue ver o bem-estar de Lázaro. Ou seja, é um inferno apropriado, feito sob medida. “Estando o rico totalmente atormentado, somente os seus olhos estão livres”, diz Crisóstomo. E eles só conseguem ver a felicidade de Lázaro, o que apenas aumenta o tormento. “Veja agora o rico necessitando do pobre!” Evidentemente, estamos acostumados com outra situação. “E agora todos percebem quem era verdadeiramente rico e verdadeiramente pobre.” As máscaras foram tiradas e Crisóstomo faz até uma analogia: “Quando termina a peça, os atores retiram os trajes; da mesma forma, quando vem a morte, o espetáculo acaba e as máscaras da pobreza e da riqueza são tiradas, então os homens são julgados somente por suas ações”.

Gregório diz ainda: “O rico no inferno busca uma gota d’água, ele que em vida nem queria dar uma migalha de pão. Porém, ele recebe uma retribuição justa -- o fogo do desejo intenso”. Novamente a ideia de um inferno feito sob medida. Como frisa Crisóstomo, “ele não está no inferno porque era rico (afinal, Abraão era riquíssimo), mas porque não era misericordioso. E como sua língua havia falado muitas coisas orgulhosas, ele pede que Lázaro seja enviado para refrescar a ponta dela com o dedo molhado em água”. E a conclusão de Crisóstomo é que “onde está o pecado, aí está o castigo”.

Gregório de Nissa confirma essa perspectiva: “O juízo de Deus é adaptado às nossas disposições. Como o rico não teve piedade do pobre, ele não é ouvido quando precisa de misericórdia”. Porém, diz Gregório: “Quando você se lembra de ter feito uma boa ação, tenha cuidado, porque existe o perigo de que a recompensa presente seja tudo o que você vai receber de recompensa!”. E ainda: “O justo pode até receber coisas boas aqui, em troca da sua bondade (embora nem sempre aconteça). Porém, ele não as recebe como recompensa, pois busca algo melhor, que é a recompensa eterna”.

Finalmente, o texto afirma que entre o rico e Lázaro há um grande abismo, que simboliza a distância entre o justo e o pecador, entre suas disposições interiores. E tal abismo é descrito como “fixo”. É preciso entender a parábola como uma mensagem para a vida presente, não como uma descrição literal e detalhada da vida futura. Porém, como combinar isso com a crença num Deus que certamente é muito mais misericordioso do que nós? Se nós sabemos ser misericordiosos (às vezes e até certo ponto), quanto mais Deus! Além disso, ele é muito mais capaz de pesar os fatores psicológicos e sociológicos na biografia de cada pessoa. Ele conhece a fundo todos os fatores que influenciaram a vida de cada um e tiveram um peso em suas ações. Por isso, “o juiz de toda a terra fará justiça”.

Há dois textos de Dostoievski em “Os Irmãos Karamazov” que também exemplificam isso. O primeiro é o comentário sobre essa parábola, feito por um dos personagens centrais do livro, que é um monge e conselheiro espiritual. Diz ele: “Eu pergunto a mim mesmo o que é o inferno. E defino assim: o inferno é o sofrimento por não poder mais amar. Uma vez [fazendo referência ao rico da parábola] um ser teve a possibilidade de dizer “eu sou e eu amo”. Uma vez somente foi-lhe concedido um momento de amor ativo e vivo. Para isso lhe foi dada a vida terrestre [que bela descrição do sentido da vida!]. Porém, esse ser repeliu esse dom inestimável e ficou insensível. E esse ser, tendo deixado a terra, vê de longe o seio de Abraão. Ele contempla o paraíso de longe. Porém, o que o atormenta precisamente é que se apresenta sem ter amado. E diz: “Agora a minha sede ardente de amor espiritual me abrasa”. O que abrasa o rico é justamente o desejo de amar, mas a impossibilidade de fazê-lo porque passou o momento. Ele desdenhou a possibilidade de amar na terra, quando era a hora de amar. “A vida que se podia sacrificar pelo amor já decorreu.”

O segundo texto é a lenda da cebolinha, um relato russo contado por uma das personagens femininas de “Os Irmãos Karamazov”:

Era uma vez uma mulher muito má, que morreu sem deixar atrás de si uma única boa ação. Os demônios a pegaram e partiram em desabalada carreira para o lago de fogo. Porém, seu anjo da guarda pensava: “Se ao menos eu pudesse me lembrar de uma boa ação que ela tivesse feito, iria contar a Deus!”. Recordou-se e disse a Deus: “Ela arrancou uma cebola na horta e a deu a uma pedinte”. Deus lhe respondeu: “Tente dar-lhe essa cebola no lago para que ela a agarre; se você a retirar, concordo que entre no paraíso; mas, se a cebola romper-se, então que fique onde está”. O anjo correu em direção à mulher e lhe apresentou a cebola: “Pegue-a”, disse ele, “e segure bem!”. Pôs-se a puxar com cuidado e a mulher emergia toda. Os outros culpados que estavam no lago, vendo que ela estava sendo retirada, agarraram-se a ela para poder sair também. Porém, a mulher era muito má e debateu-se para dar-lhes pontapés: “Sou eu que estou sendo retirada, não vocês!”. No mesmo instante em que lhes lançava essa observação, a cebola rompeu-se. A mulher caiu no lago e ainda está queimando. O anjo foi-se chorando.

Certo livro acadêmico, ao comentar a obra de Dostoievski, diz que, “em última análise, o que selou o destino da mulher não foi a longa série de transgressões pessoais, mas seu egoísmo e o fato de ter se colocado contra os outros pecadores, ou seja, seu desejo de alcançar uma salvação individual, que abrangesse apenas ela e não os outros”. O autor ainda diz que Dostoievski iguala a mulher má da lenda e o monge citado, que era um grande santo. Pois o monge, já morto, aparece em sonho a um dos irmãos Karamazov e lhe diz que está no paraíso somente porque um dia ele também “deu uma cebolinha”.

Walter Hilton, um grande místico cristão inglês do século 14, fala muito sobre humildade e amor. Sobre humildade, ele diz: “Quem possui essa única virtude, possui todas as outras”. A humildade é a chave; nada vale possuir todas as outras virtudes sem ela. Aliás, a ênfase nas virtudes soa estranha aos nossos ouvidos. Os pregadores dificilmente abordam a questão, e é por isso que a igreja evangélica nos causa tanta vergonha, pois não ensinamos o cultivo das virtudes. Walter Hilton acrescenta: “Se quiser construir um edifício alto de virtudes, coloque primeiro um alicerce profundo de humildade. Ela preserva e guarda todas as outras virtudes”. Ou seja, se não houver humildade, você pode até construir um edifício alto de virtudes; porém, no primeiro tremor de terra, seu edifício ruirá. Já vimos muitos exemplos disso e muitas vezes percebemos a mesma tendência em nós. “Sem a humildade, quem tenta servir a Deus tropeçará como um cego”. Há aqui uma mensagem para o cristão envolvido em ação social: “Meditar constantemente na humildade de Cristo ajuda a destruir os pecados graves e implantar as virtudes”. Isto é, ler constantemente sobre a humanidade humilde de Cristo nos evangelhos. “Vista a semelhança de Cristo, ou seja, a humildade e o amor. Sem isso, nenhuma obra o fará semelhante ao Senhor.” “Aprenda comigo”, diz Cristo, “não a andar descalço, ou a jejuar quarenta dias no deserto, ou a escolher discípulos, mas aprenda comigo a humildade. Este é o meu mandamento, que se amem uns aos outros como eu os amei. Nisso os homens saberão que vocês são meus discípulos, não porque operam milagres, expulsam demônios ou pregam e ensinam.”

Concluindo, mais uma frase do monge de Dostoievski: “Pergunta-se por vezes, sobretudo em presença do pecado: ‘É preciso recorrer à força ou ao amor humilde?’. Não empregueis jamais senão esse amor; podereis assim submeter o mundo inteiro. A humildade cheia de amor é uma força tremenda, sem nenhuma outra igual”. O alicerce profundo da humildade amorosa é uma força tremenda! Que a identidade evangélica seja cada vez mais marcada por essa característica.

Nota

* 2ª parte da palestra apresentada no 5º Congresso Nacional RENAS, em Recife, em agosto de 2010.

Paul Freston, inglês naturalizado brasileiro, é professor colaborador do programa de pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos e professor catedrático de religião e política em contexto global na Balsillie School of International Affairs e na Wilfrid Laurier University, em Waterloo, Ontário, Canadá.


Fonte: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/327/acao-social-crista-a-humildade-amorosa/paul+freston

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

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quinta-feira, 31 de março de 2011

RESPONSABILIDADE SOCIAL - VÍDEO

Para acessar o vídeo:
http://www.mackenzie.br/rs_responsabilidade_social.html


Índice Normativo

Constituição Federal
Leis Complementares
Leis Ordinárias
Decretos de Lei
Medidas Provisórias
Decretos
Resoluções
Instruções Normativas
Portarias

Índice Temático

Criação das pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos
Associações - regras específicas
Fundações privadas - regras específicas
Responsabilidade Civil

Certificados e Registros

Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)
Registro de Entidades no CNAS
Certificado de Entidade de Assistência Social (CEAS)
Declaração de Utilidade Pública Federal
Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip)
Organizações Sociais (OS)

Relações de trabalho

Trabalho da mulher
Trabalho do menor
Trabalho regulado pelo Direito Civil
Serviço Voluntário

Obrigações Previdenciárias

Contribuições previdenciárias
Programa de integração social
Recolhimento e arrecadação das contribuições previdenciárias
Decadência e prescrição
Certidão negativa de débito
Matrícula
Isenções
Penalidades

Captação de recursos

Subvenções Sociais
Convênios
Doação
Doações dedutíveis de impostos - Pessoa Física
Doações dedutíveis de imposto de renda - Pessoa Jurídica
Doações admitidas como despesa operacional
Recursos Externos

Direito Tributário

Tributo
Sujeitos da obrigação tributária
Responsabilidade por infrações tributárias
Benefícios e incentivos fiscais
Imunidade
Isenções
Imposto sobre produtos industrializados - IPI
Imposto de importação
Imposto sobre a importação, sobre produtos industrializados e adicional ao frete para renovação da marinha mercante
Imposto sobre operações financeiras - IOF
Imposto sobre a renda
Entidades imunes
Entidades isentas pela finalidade do objeto

Contratos

Contratos Administrativos
Contratos de direito privado

Convênios

Convênios com a União
Processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal
Extinção das entidades civis

Associações

Clique no link para acessar todos os pontos acima:
http://www.mackenzie.br/legislacao_3_setor.html


Terceiro Setor

Duas Organizações Sem Fins Lucrativos: Duas Formas de Gestão?
Autor: Rodrigo Nunes de Oliveira
Orientador: Luciano A. Prates Junqueira
Descrição: Artigo de Pesquisa
Responsável pela informação: NEATS-PUC/SP

Invenção das ongs: do serviço invisível à profissão sem nome
Autor: Leilah Landim
Descrição: Tese de doutorado
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Identidade do terceiro setor e sua relação com o Estado
Autor: Maria Nazaré Lins Barbosa
Descrição: Relatório de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

La importancia de la función política en el Tercer Sector
Autor: Bonamusa, Margarita ; Villar, Rodrigo
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

O Brasil dos anos 90: o desafio da questão social
Autor: A. M. Pinho de Carvalho
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Desafios do Estado na articulação com organizações da sociedade civil para a implementação de políticas públicas:um estudo de caso
Autor: Cukier, Alexandre ; Adulis, Dalberto ; Bouças, Graziella
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Modernización Neoliberal, Sociedad y Tercer Sector en Chile
Autor: Estevez, Jorge Vergara
Descrição: Atigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Estado e setor público não estatal: perspectivas para a gestão de novas políticas sociais
Autor: Elisabete Ferrarezi
Descrição: Atigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Desafios da parceria governo e Terceiro Setor
Autor: Rosa Maria Fischer ; Andres Pablo Falconer
Descrição: Atigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Voluntariado empresarial: estratégias de empresas no Brasil
Autor: Rosa Maria Fischer ; Andrés Pablo Falconer
Descrição: Atigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Condições Institucionais Para o Fortalecimento Institucional das Ongs na América Latina
Autor: Jorge Eduardo Saavedra Durão
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

O Impacto da Reforma do Estado e Ação das Ongs
Autor: Jorge Eduardo Saavedra Durão
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Las redes como instrumentos de transformación social
Autor: Machado, Antonio L. Itriago ; Machado, Miguel Angel Itriago
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Ação social católica: juventude, valores e exercícios para cidadania.
Autor: Regin a Reyes Novaes
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Organizações da sociedade civil, filantropia e exclusão social - repensando o papel dos projetos de assistência a crianças e jovens
Autor: Eugênia Paim
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Ongs: os novos atores da 'aldeia global'
Autor: Ilse Scherer-Warren
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação : Rits-Estudos

Reflexões sobre as organizações da sociedade civil.
Autor: Prof. Rubens da Costa Santos (FGV - EAESP e FEA/USP).
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação: Revista Integração – FGV-SP

Universidade e terceiro setor: uma via crucial de co-aprendizagem
Autor: Dra .Margarita Roman y Caballero
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação: Revista Integração – FGV-SP

Como vender projetos sociais sem vender a própria alma?
Autor: Rosane Segantin Keppke e Luiz Carlos Merege
Descrição: Artigo de pesquisa
Responsável pela informação: Revista Integração – FGV-SP

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Glossário do 3° Setor

http://www.mackenzie.br/glossario_3_setor.html
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PARA PENSAR:

"(...) nosso plano deve ser guardar a PALAVRA DO SENHOR no recôndito de nossa mente; pois este discuro sobre a abem-aventurança (Salmo 119) tem por seu clímax o testemunho do SENHOR, e unicamente pela comunhão diária com ELE, mediante sua PALAVRA, é que podemos nutrir a esperança de aprender seu caminho, ser purifificados de toda mácula e esforçar-nos por andar em seus estatutos. Tomando como ponto de partida esta exposição sobre a bem-aventurança, visualizamos o caminho para ela, e sabemos onde sua lei pode ser encontrada. Oremos para que, prosseguindo em nossa meditação, desenvolvamos o hábito de andar em obediência, e por fim sintamos a bem-aventurança da qual lemos aqui." - SPURGEON, Charles Haddon. Salmo 119: O alfabeto de Ouro. São Paulo: Edições Parakletos, 2001.

Prof. Luis Cavalcante
Fones: (11) 3448-3124 / 9675-4019
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Soli DEO Gloria
JESUS CRISTO é o Fundamento Epistemológico.

Filosofia de Ministério: SETE PONTOS DO CALVINISMO
http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/03/sete-pontos-do-calvinismo-que-estamos.html